13° salário: comprar, guardar ou pagar dívidas?

Olá, pessoa! Como vocês estão? :smiling_face_with_three_hearts:

Hoje vamos falar sobre o 13° salário eu trouxe pra vocês algumas dicas pra usar o seu dinheirinho com muita responsabilidade e não ter que passar por nenhum perrengue lá na frente. Se liga só!

3314c29911af6e963e387a622a7040b090e64332r1-474-266_hq

O 13° salário é visto por muita gente como uma grana extra que vem no fim do ano. Olhando assim, fica fácil pensar nesse dindim como uma tábua de salvação para as dívidas acumuladas, a chance de adquirir um bem de consumo, como celular, ou fazer aquela festança de fim de ano com a família.

Mas o 13° não é um benefício e nem um bônus de final de ano. Sabe aqueles meses que têm 5 semanas, em que a gente acaba trabalhando mais, porém recebe o mesmo salário? Bom, o 13o é como se fosse a remuneração por essas semanas a mais.

Você também já deve ter tratado o 13o como um dinheiro extra. Quem nunca, né? Mas o ideal é colocar esse salário no seu planejamento financeiro, já que se trata de um mês inteiro trabalhado.

Neste artigo, vou te dar umas dicas de como fazer esse planejamento. Vamos lá!

Como usar o 13°?

A maior parte dos trabalhadores recebe o valor em duas parcelas no fim do ano. Em 2021, a primeira deve ser depositada pelos empregadores até 30 de novembro; em dezembro, o pagamento da segunda metade deve ser feito até 20 de dezembro.

Essas datas coincidem com dois dos períodos comemorativos mais badalados do ano: a Black Friday e o Natal.

Mas logo ali, entre janeiro e fevereiro, começam as aulas. Você vai precisar comprar material escolar. Impostos como o IPTU vencem nos primeiros meses do ano. E agora, gente?

Assim como qualquer tipo de renda, o 13o pode ser planejado. Vou deixar algumas sugestões abaixo.

Pagar dívidas em atraso

Os juros das faturas em atraso que correm diariamente podem transformar algumas contas em bolas de neve. Não é incomum encontrar pessoas que, por algum descuido ou má-fé de terceiros, acabam com dívidas impagáveis.

Por isso, o ideal é priorizar o pagamento de débitos em atraso com o 13o. Mas não esqueça de organizar suas finanças para não ficar sempre na dependência do abono de fim de ano.

Consumir

É bom comprar. Faz bem pra cabeça e até para o corpo. Sério!

Quando a gente compra, nosso organismo libera um hormônio chamado dopamina, que dá uma sensação de bem-estar e alegria — mas também pode viciar, então vá com calma.

Por isso, nada mais justo do que recompensar um ano de trabalho duro dando uma repaginada no lar, comprando uma TV nova ou atualizando o modelo de celular com o 13o.

Lembre-se de não gastar tudo. Caso tenha dívidas em atraso, priorize as dívidas. Dedique uma parte ao consumo e pense nos próximos meses.

Guardar para despesas futuras

As contas do início do ano não precisam ser uma dor de cabeça. O 13o pode dar aquela reforçada na hora de cobrir uma parte dos gastos e até economizar.

Pagando à vista, é possível negociar melhores preços na compra de material escolar. Já os tributos, como IPTU, podem ser pagos com desconto significativo em cota única.

No aplicativo will bank, você pode fazer um pé de meia para esse tipo de despesa usando a função “Bolso”. Deixando o dinheiro lá, ele vai render mais do que a poupança — ou seja, enquanto o dinheiro estiver parado, vai trabalhar para você.

Na hora de movimentar para pagar essas contas do início do ano, não precisa pagar nada. É só retirar, como se fosse uma poupança.

Eu falo mais sobre o assunto nesse artigo.

Poupar para o longo prazo

Outra alternativa é guardar dinheiro pensando no longo prazo. A função “Bolso” do will bank também pode ser usada nesse caso e funciona até melhor, já que os juros compostos multiplicam o dinheiro acumulado ao longo dos meses.

É possível criar um “Bolso” diferente no aplicativo para guardar uma parte do seu 13o pensando num futuro mais distante.

Se você tiver um pouco mais de compreensão sobre o mundo dos investimentos, pode buscar aplicações potencialmente mais lucrativas, como CDB, Tesouro Direto e outros tipos de títulos.

A rentabilidade do CDB, por exemplo, é definida no momento em que você investe. Na hora de aplicar seu dinheiro, você poderá saber exatamente quanto receberá de volta no fim do prazo escolhido.

Antes de comprar CDBs de uma corretora ou banco, fique de olho nas demais taxas que podem corroer seus rendimentos.

O importante em poupar para o longo prazo é a preservação do seu patrimônio em uma aplicação segura e líquida (que dá para ser resgatada rapidamente), e não necessariamente a rentabilidade.

Talvez essa grana possa ser aplicada na compra de um carro, imóvel ou até mesmo na aposentadoria. Basta escolher um sonho e se planejar. O 13o, assim como todos os salários, precisam fazer parte desse planejamento.

Quanto aplicar em cada objetivo?

Isso vai depender de cada pessoa. Você pode fazer um levantamento para saber qual a porcentagem do 13o que dedicará a cada um desses objetivos.

Por exemplo, é melhor quitar rapidamente uma dívida alta e recuperar o seu poder de compra do que comprar um bem e continuar endividado — e pagando juros, que não agregam nada para você.

Por outro lado, a gente só pode pensar em objetivos de longo prazo se nossa vida financeira estiver bem resolvida. E, é claro, se as nossas necessidades básicas estiverem sendo atendidas.

Agora eu quero saber de vocês, quem aí já fez planos para o 13°? Olha, confesso que já eu já fiz! Tô querendo comprar uns móveis novos aqui pro meu quarto e esse dinheirinho vai me salvar. E vocês, vão usar pra qual finalidade? Me contem tudinho aqui, hein! E se tiverem mais dicas do que fazer com o 13°, não deixem de compartilhar com nossos amigos. :yellow_heart: